14 de set. de 2009

Estou de volta.

...de volta ao blog e ao post diário;

...de volta ao trabalho e ao meu ritmo desenfreado;
...de volta ao stress do "ai-meu-deus-isto-é-para-entregar-amanhã-e-ainda-nem-comecei";

...de volta às noites sem dormir devido à minha natureza noctívaga;

...de volta aos cafés de máquina com as amigas e aos guilty (but sooo delicious) pleasures;

...de volta às conversas deliciosas e e aos desabafos sussurrados (ou às vezes gritados)...


De volta...


...à vida que amo.

Ao vosso lado ;)

25 de ago. de 2009



Quando fui comprar cortinados rosa-choque para o meu quarto ninguém me avisou sobre isto.
Que efeito de luz diabólico!

Hmmm... Kinda like it ;)

1 de ago. de 2009


Sim, é verdade, eu acabei de postar as minhas análises sanguíneas.
Não sei porquê, mas a verdade é que me apeteceu partilhar aquele número convosco.


Justificar este resultado? É simples.
Basta dizer que como mousse de chocolate ao pequeno-almoço.
O que é que eu posso fazer, o leite enjoa-me!
Mas shiu!

30 de jul. de 2009

Gostava de regressar com uma novidade bombástica ou com um texto arrebatador, mas não.

Venho apenas e só oficializar o meu estatuto de cozinheira desenrascada!

Aos 17 anos de idade, iniciei-me finalmente na arte da culinária.

Como nasci numa família tradicional, fui sempre alvo de chacota por não saber cozinhar.
Ainda por cima tenho uma daquelas tias que gosta muito de gabar os seus filhinhos e de compará-los com os sobrinhos, por isso estão a imaginar a coisa.


Um grande bem-haja e um abraço solidário a toda a gente que tem gente desta na família, que eu sei que não é fácil.


E porque é que estou a falar do meu passado?
Porque sempre quis deitar isto cá para fora e porque gosto de vos maçar um pouco com os meus traumas de infância (eheheh).

Mas não aprendi a cozinhar por causa daquilo que os outros dizem.
Lá por ser da espécie fêmea não quer dizer que tenha de ser uma boa dona-de-casa, ora essa!
(Já tive o meu momento feminista, vamos prosseguir)


Então porque diabo comecei eu a cozinhar, perguntam vocês?
Muito simples:
Porque estou farta da comida da minha mãe.

É a maior monotonia alimentar que possam imaginar:

Quando faz carne, acompanha com arroz ou com massa.
Quando faz peixe, o bom do legume a acompanhar limita-se a um monte de batatas e couves; E feijão-verde se ela estiver bem disposta.
O fast-food é religião e com fast-food estou a referir-me a tudo o que é rápido, como omeletas e salsichas fritas. (Jesus)
E Salada?! Salada é alface, ora essa!

Porra, eu sei que ela não tem tempo para dar grandes largas à imaginação, mas há mais coisas no supermercado, por amor de Deus!


E é por esta macabra razão que agora quem cozinha cá em casa sou.

Apesar de me irritar bastante enquanto cozinho e entrar em pânico quando tenho muitos tachos ao lume (que rústico), esta minha nova actividade acaba por apresentar muitas vantagens: Não só a minha mãe descansa um pouco e não ouve críticas, como eu desenvolvo a minha técnica e faço comida mais saudável.


Ah, e como estou muito vaidosa por ter ingressado no mundo da culinária, vou começar a publicar algumas receitas, dicas e truques da minha autoria.
Que eu também quero que este blog seja útil para quem me visita.


Findo este post com uma foto do meu almoço de hoje. Eu sei que os pratos são foleiros à brava, mas eu sou pobre, 'tá bem?


Tirinhas de perú grelhado com Ervas Provence
&
Ovos mexidos com alho francês e queijo Emmental
+
Salada de alface e agrião

22 de jul. de 2009

Finalmente aconteceu.
Pensava que não ia ver chegar este dia.
Mas consegui...


Já visto o tamanho M!


YAAAAAAY!

Finalmente esta demanda pela comida hiper-calórica está a surtir efeitos!
Cá para mim a balança anda-me a enganar. 47? No way!

Mas uma coisa é certa:

O espelho não mente.
E o meu sorriso também não :D


***



19 de jul. de 2009



Foi hoje o grande espectáculo final.
Tenho a sensação de que me enganei 100 vezes.

Mas não quero saber. Diverti-me.
A minha mãe até me perguntou porque (e para quem) é que me ria daquela maneira quando estava em palco.
É simples: Eu estava com um fato lindíssimo de Cabaret, acompanhada por miúdas giras e maravilhosas e a actuar para uma audiência grande demais para as capacidades daquele Teatro.

(é que nem se distinguiam os bancos das escadas, ia-me dando uma vertigem quando vi aquilo!)

É altura de arrumar os fatos no armário.
Descansar corpo e mente.

Em Setembro há mais!


***


17 de jul. de 2009

Era assim que se deveria chamar o último filme do moço.
Mas não me interpretem mal!

Eu ADOREI e pela primeira vez não saí do cinema desiludida
(que custou 6 mocas, porra...)!
Acho que nunca me tinha rido tanto num filme do Harry Potter.

Claro que, não prática, o filme foi só "engonhanço".
Como todos os leitores sabem, o Príncipe Misterioso serve de transição entre a Ordem da Fénix e as Relíquias da Morte.


Mas que importa?


Diverti-me e soltei grandes gargalhadas com os problemas amorosos do trio maravilha.

E cerrei os dentes com toda a força para não chorar no funeral do Dumbledore
(raio do estrogénio que está em alta...).


AH! Só mais uma coisa: Já que o Harry Potter está a ficar mais maduro (algo que os actores estão constantemente a relembrar), será que podiam barrar a entrada a menores de 12 anos? É que logo no início do filme um puto sentado atrás de mim disse em voz alta: "O Dumbledore vai morrer!" Claro que eu já sabia, mas não deixa de ser uma atitude bastante idiota!

O grande e único Weasley sob o efeito de uma poção de amor (ohohoh)

4 de jul. de 2009


É bom que o filme valha a pena! Sim, porque depois de uma espera de 2 anos as minhas expectativas em torno de Harry Potter e o Príncipe Misterioso não podiam ser maiores.

Se bem que o filme acaba sempre por ser uma desilusão para quem lê o livro. Quer seja porque não incluíram uma parte que para nós era crucial, quer seja porque idealizámos algo totalmente diferente quando estávamos a ler ou até porque, no geral, achamos que o filme é uma grande porcaria que não faz jus à aura de delírio que envolve o mundo de Harry Potter.

Mas vamos ter fé e pensar que é desta que vamos ver uma adaptação cinematográfica de Harry Potter assim a puxar para o jeitoso!

E é esta fé que me impele a ir ao cinema logo no dia de estreia, para depois sair de lá com aquele sentimento de desilusão já tão tradicional...

P.S.: Ai deles que não incluam a humilhação do Ron no campo de Quidditch! A canção O Weasley é o nosso Rei é um verdadeiro must.

25 de jun. de 2009

Então não foi?
Tirando as dores horrorosas nos pés e o amuo por causa de um certo vestido, foi um dia espectacular! Também com estas 3, não se esperava outra coisa.


Pode-se dizer que foi um dia de novas experiências. Andei pela primeira vez de comboio, comi num restaurante japonês e fiz compras sem a ajuda da minha consciência (sim, a minha mãe).


Andar de comboio não tem rigorosamente nada de especial. As casas passam, conversa-se e, no limiar do cansaço, dorme-se. Mas é um transporte que me mexe com o sistema nervoso. É a correria para o apanhar, é o sai-ou-não-sai na próxima paragem, é o inter-cidades que custa mais 6€ e só chega 15min. mais cedo que o regional... Resumindo, viajar de comboio requer alguma celeridade e sangue frio, nomeadamente naqueles momentos em que a porta do comboio se fecha e uma das catraias está do lado de fora.


Comer comida japonesa é uma experiência estranha. Há quem diga que primeiro detesta-se mas depois adora-se. Comigo passou-se o contrário. Na hora de experimentar adorei, delirei completamente com aquele turbilhão de novos sabores. Os japoneses jogam com o paladar como verdadeiros mestres! O molho de canela nos legumes foi uma ideia de génio. Mas quando cheguei a casa e comecei a relembrar o sabor da alga e o monte de fritos que tinha comido... o meu estômago manifestou um certo desagrado em relação a estas recordações. Em relação à comida japonesa o grande segredo (para mim) é este: Não cheires, não penses, saboreia.



Resta-me apenas falar do tópico principal: as compras! Bem, gastei a módica quantia de 40€... em coisas minúsculas e supostamente baratas! Livros e acessórios (não, não comprei uma única peça de roupa). Entre os livros, destaco o meu primeiro Saramago (As Intermitências da Morte), sobre o qual farei um post mais tarde. Quanto a acessórios, comprei umas porcarias para o cabelo (porcarias giras, note-se) que foram absurdamente caras. Segundo a minha consciência (a minha mãe), até foram baratas, o que só mostra como tenho andado distraída quanto ao custo de vida nacional. Na foto ao lado pode-se ver a minha pessoa envergando o tal vestido pelo qual amuei. Era da Benetton, por isso acho que conseguem deduzir o motivo da minha tristeza (50€ que eu não tinha nem nunca darei). Sim, eu tirei fotos dentro do provador. Mas digam lá: Não parece que o vestido foi feito para mim?

Relembro ainda a nossa experiência na Lanidor, onde fomos tratadas exactamente como aquilo que somos: pessoas pobres.


Bem, acho que não me esqueci de referir nada, à excepção disto: Diverti-me como o raio e adorei rever-vos! Definitivamente temos de repetir! Adoro-vos do fundo do meu coração!
E é com esta frase à Hi5 que me despeço
.

19 de jun. de 2009

E não é que não me calo com isto?
Pois é, cá venho eu outra vez falar dos Fuerza Bruta.
Para perceberem porque é que estou neste estado de excitação, deixo-vos com um vídeo deste grupo de dança.
É que não dá para explicar. Só mesmo vendo.


É ou não é estonteante?

9 de jun. de 2009

Não suporto enfardar matéria.
O que só pode significar que não me vou safar na Universidade.

A propósito, há bicha nova na família.
Se bem que é por pouco tempo.


Que posso eu fazer? Os animais vêem literalmente ter-me às mãos!

;;

Lulz Catz!