4 de jul. de 2009

Ora bem, acabei de confirmar que afinal as coisas não são assim tão baratas na Fnac como se pensa.
Só para terem uma ideia, estes headphones que aqui vou mostrar custam 27€ na Fnac e 22€ na Rádio popular.
E a compensação acaba por ser dupla, já que a Rádio Popular fica muito mais perto da minha cidade, o que implica um menor gasto de gasolina.

Revelações e contas à parte, vou passar àquilo de que realmente quero falar:

Há muito que sonho com uns headphones desta envergadura, não só porque a qualidade do som é superior como também permitem um total isolamento do mundo exterior (até rima!). Só eu e a música... Wonderful!

Mas, tal como o título mostra, estou um tanto ou quanto insegura com esta compra. Apesar de ter esudado física, quando olho para a frequências e impedâncias não consigo concluir absolutamente nada sobre a qualidade do material.

De maneiras que se alguma alma caridosa pudesse fazer-me o favor de verificar as caracterísitcas desta coisa e dizer-me se presta, eu ficaria deveras agradecida.

***

25 de jun. de 2009

Então não foi?
Tirando as dores horrorosas nos pés e o amuo por causa de um certo vestido, foi um dia espectacular! Também com estas 3, não se esperava outra coisa.


Pode-se dizer que foi um dia de novas experiências. Andei pela primeira vez de comboio, comi num restaurante japonês e fiz compras sem a ajuda da minha consciência (sim, a minha mãe).


Andar de comboio não tem rigorosamente nada de especial. As casas passam, conversa-se e, no limiar do cansaço, dorme-se. Mas é um transporte que me mexe com o sistema nervoso. É a correria para o apanhar, é o sai-ou-não-sai na próxima paragem, é o inter-cidades que custa mais 6€ e só chega 15min. mais cedo que o regional... Resumindo, viajar de comboio requer alguma celeridade e sangue frio, nomeadamente naqueles momentos em que a porta do comboio se fecha e uma das catraias está do lado de fora.


Comer comida japonesa é uma experiência estranha. Há quem diga que primeiro detesta-se mas depois adora-se. Comigo passou-se o contrário. Na hora de experimentar adorei, delirei completamente com aquele turbilhão de novos sabores. Os japoneses jogam com o paladar como verdadeiros mestres! O molho de canela nos legumes foi uma ideia de génio. Mas quando cheguei a casa e comecei a relembrar o sabor da alga e o monte de fritos que tinha comido... o meu estômago manifestou um certo desagrado em relação a estas recordações. Em relação à comida japonesa o grande segredo (para mim) é este: Não cheires, não penses, saboreia.



Resta-me apenas falar do tópico principal: as compras! Bem, gastei a módica quantia de 40€... em coisas minúsculas e supostamente baratas! Livros e acessórios (não, não comprei uma única peça de roupa). Entre os livros, destaco o meu primeiro Saramago (As Intermitências da Morte), sobre o qual farei um post mais tarde. Quanto a acessórios, comprei umas porcarias para o cabelo (porcarias giras, note-se) que foram absurdamente caras. Segundo a minha consciência (a minha mãe), até foram baratas, o que só mostra como tenho andado distraída quanto ao custo de vida nacional. Na foto ao lado pode-se ver a minha pessoa envergando o tal vestido pelo qual amuei. Era da Benetton, por isso acho que conseguem deduzir o motivo da minha tristeza (50€ que eu não tinha nem nunca darei). Sim, eu tirei fotos dentro do provador. Mas digam lá: Não parece que o vestido foi feito para mim?

Relembro ainda a nossa experiência na Lanidor, onde fomos tratadas exactamente como aquilo que somos: pessoas pobres.


Bem, acho que não me esqueci de referir nada, à excepção disto: Diverti-me como o raio e adorei rever-vos! Definitivamente temos de repetir! Adoro-vos do fundo do meu coração!
E é com esta frase à Hi5 que me despeço
.

4 de jun. de 2009

Chamem-me materialista.
Chamem-me interesseira.
Chamem-me egoísta.
Chamem-me o que vocês quiserem.

Mas se não receber nenhum presente no meu aniversário fico triste.
AH POIS FICO! Que eu cá gosto de receber presentes!
Aquela excitação de desembrulhar o papel e descobrir o que está lá dentro...

E só o facto de nos darem alguma coisa já significa que se lembraram de nós.
O que só por si, já me deixa imensamente feliz.
Tá bem?!

2 de jun. de 2009

Reparei recentemente que o meu PC estava a ficar um pouco quente demais. Para além de ser incomodativo para mim, que passo a levar com duas fontes de calor (o PC e o próprio Sol) é também muito prejudicial às entranhas da minha machine.

De maneiras que decidi pedir como prenda de aniversário uma base com cooler para refrescar o meu pc neste verão abrasador!





Uma boa escolha, recomendada pela Bgamer!


A propósito desta temática, vou contar uma bacorada especialmente engraçada, da autoria da minha amada mãe:

Disse eu: Estou a precisar de uma ventoinha para o meu computador
Passado uns instantes a minha mãe aparece com uma ventoinha daqueles enormes com pé e colocou-a no chão ao pé de mim.

E diz a minha mãe: Então, esta serve?

Adorável, esta minha mãe. Sempre pronta a ajudar. Afinal, a intenção é que conta!


;;

Lulz Catz!