27 de set. de 2009
Já que vamos passar mais uns anos a queixarmo-nos do Governo, pelo menos façamo-lo com a consciência de que tentámos fazer algo para mudar a situação.
Vão votar. É o mínimo que podem fazer.
Na gaveta: Reflexões
22 de set. de 2009
Começo a fartar-me de pessoas que se preocupam em demasia com o que os outros pensam.
Porra, parece que não têm personalidade...
Não posso fazer uma maluqueira qualquer, que é logo um horror, uma vergonha, uma figura triste! Até vira a cara para não ser vista comigo...
Relaxem, minha gente! Libertem-se de preconceitos e de complexos!
A vida não é para ser levada demasiado a sério...
Ou corremos o risco de acabar como o Pessoa, que até pensar lhe doía...
Porque afinal de contas...
(Não podes parecer decente quando te estás a divertir)
Na gaveta: Reflexões
14 de set. de 2009
Estou de volta.
...de volta ao blog e ao post diário;
...de volta ao trabalho e ao meu ritmo desenfreado;
...de volta ao stress do "ai-meu-deus-isto-é-para-entregar-amanhã-e-ainda-nem-comecei";
...de volta às noites sem dormir devido à minha natureza noctívaga;
...de volta aos cafés de máquina com as amigas e aos guilty (but sooo delicious) pleasures;
...de volta às conversas deliciosas e e aos desabafos sussurrados (ou às vezes gritados)...
De volta...
...à vida que amo.
Na gaveta: Novidades da colmeia, Reflexões
31 de ago. de 2009
Não porque elas não mereçam, mas porque acho desnecessário estar a empanturrá-las com mel.
Sim, é doce, mas enjoa.)
Venho tirar este blog do jejum com uma temática que há muito me assombra o cérebro: o elogio.
Não gosto de elogios a mais;
de elogios despropositados,
daqueles que são só por simpatia;
não gosto de trocas de galhardetes;
nem de elogios forçados, que tresandam a falso.
Claro que gosto de receber elogios. Mas daqueles espontâneos, vindos do nada, verdadeiros e coerentes.
E é curioso como eu valorizo mais os elogios vindos de quem pouco elogia...
É como a nossa comida preferida: Gostamos tanto dela porque a comemos poucas vezes. Se a comêssemos todos os dias já estávamos fartos daquilo.
Na gaveta: Pedaços de personalidade, Reflexões
21 de ago. de 2009
Há coisas neste mundo que me transcendem, e uma delas é esta:
No início deste último ano (lectivo), fui nomeada sub-delegada de turma pelos meus colegas.
Foi algo que no início me deixou fora de mim, porque nunca quis este cargo nem por nada.
Agora que penso nisso, nem percebo bem esta minha aversão, tendo em conta que até tenho direito a um cacifo de borla. Enfim, manias...
Mas passando ao que interessa, ser nomeada sub-delegada fez com que eu me tivesse de sentar ao lado da delegada, que era nada mais nada menos do que a Carla (hoje uma das minhas melhores amigas).
Não foi nada que me aborrecesse, se esquecer as boquinhas foleiras do género "Agora é que vai ser tirar boas notas, com a melhor aluna ao teu lado". (Como se eu tivesse chegado onde cheguei a copiar. Screw you!)
Ainda estou para perceber como é que isto aconteceu... Não me lembro de um local, uma data, um momento-chave, nada... Mas a verdade é que a partir do momento em que me sentei ao lado da Carla, comecei a aproximar-me do grupo de amigas dela. Ao fim de um mês (penso eu, não me recordo) elas eram as pessoas com quem passava os intervalos, com quem estudava e bebia café, com quem falava essencialmente.
Fui descobrindo-as pouco a pouco. Fui levantando o véu lentamente... E quanto mais descobria mais gostava!
Claro que nem tudo era bom. Às vezes apetecia-me dar uma chapada em cada uma. Mas o que interessa?! Eu sentia-me bem junto delas. Não tinha de tentar ser alguém diferente para me sentir aceite. How freakin cool is that?
Neste momento já não me imagino sem elas. Sem os nossos encontros, as nossas bicas, as nossas conversas, as frustrações e alegrias partilhadas, tudo... Porque é o que elas são para mim: tudo.
Agora reparem nisto:
Se, por um estranho e inesperado acaso, eu não tivesse sido nomeada sub-delegada de turma, nunca me teria sentado ao lado da Carla e nunca me teria aproximado delas. Talvez nunca chegássemos a ser tão amigas... Ou teríamos?
Na gaveta: Reflexões
8 de ago. de 2009
...Há que esquecer e entregar os nossos cuidados às flores que ainda estão frescas, viçosas e de raiz bem firme no solo.
Para quê ficar a olhar as pétalas amarelecer e cair?
Mais vale deixar o vento arrastá-las, e deixá-lo levar com elas a dor e a desilusão...
Na gaveta: Reflexões
12 de jul. de 2009
Conseguem imaginar?
Ter uma vida assim tão frágil nos braços...
Que depende de vocês para viver.
Um ser tão pequeno e delicado...
Um coração a bater nas vossas mãos...
Uma onda de ternura a invadir-vos.
É algo mais forte do que vocês.
Na gaveta: Reflexões
4 de jul. de 2009
Não gosto de coisas demasiado doces.
Nem eu própria sou uma pessoa doce.
Na gaveta: Pedaços de personalidade, Reflexões
27 de jun. de 2009
Esta ordem é para mim.
Acabou o estado de dormência!
Tenho de me mexer. Eu não listo side quests só para encher as colunas do blog!
Mexe-te, trabalha, torna-te útil!
Ajudar a minha mãe no emprego
Na gaveta: Porque me apeteceu, Reflexões
26 de jun. de 2009
Quem frequenta o meu blog deve ter reparado que ele muda todos os dias. Dão-se uns retoques aqui e ali, acrescentam-se secções, mudam-se coisas de sítio...
Mas não o faço para agradar a ninguém;
Para ter mais visitas.
(Embora elas tenham aumentando ultimamente)
Faço-o por mim e para mim.
Na gaveta: Porque me apeteceu, Reflexões
20 de jun. de 2009
Um menino rico vive numa bolha, numa dimensão à parte. Não conhece dificuldades e acha banal que alguém tenha um chateâu na Suiça e um veículo extremamente caro na garagem.
Poderão pensar que sinto inveja. Que também gostava de viver num mundo assim, onde tudo é fácil e parece não haver obstáculo à felicidade. Mas acreditem que não.
Estas pessoas são vazias, completamente ocas. Tanto em sentimentos como em massa pensante.
Preferem viver a sua doce vida fácil do que enfrentar o que está para além da bolha mágica. A miséria não existe, toda a gente tem pratos fartos de comida e nenhuma criança morre de SIDA! Yay!
Mas chega o dia em que a bolha rebenta...
Na gaveta: Reflexões, Revoltas exteriorizadas
19 de jun. de 2009
E não é que não me calo com isto?
Pois é, cá venho eu outra vez falar dos Fuerza Bruta.
Para perceberem porque é que estou neste estado de excitação, deixo-vos com um vídeo deste grupo de dança.
É que não dá para explicar. Só mesmo vendo.
Na gaveta: Há mel na rede, Novidades da colmeia, Reflexões, Weeee
Apesar de os exames terem corrido mal como o raio (em especial este último) o que interessa é que o ano acabou.
Finalmente tenho tempo para pôr umas quantas main quests em acção.
Vou mergulhar nesse maravilhoso mundo de preocupações escassas que é...
Na gaveta: Flash posts, Reflexões, Weeee
13 de jun. de 2009
12 de jun. de 2009
Milène:
Antes da tua iminente partida, decidi escrever-te algumas palavras que espero que te sejam úteis
Vais deixar esta cidade.
Vais deixar os teus amigos e o teu namorado (o que me irrita particularmente, porque este até era um bom partido).
Não vai ser fácil. Ambas sabemos disso.
Mas gostava que encarasses a tua partida como um fresh start: um "começar de novo".
Claro que isso não inclui que tu nos esqueças nem que nós te esqueçamos a ti (jamais!).
Mas é um país diferente, uma cultura diferente, uma vida diferente:
É o lugar perfeito para o início de um novo ciclo na tua vida (credo isto parece conversa de Paulo Coelho!)
Como eu andava há uns tempos atrás (bah...).
Aproveita este momento para tomar um rumo.
Perceber aquilo que realmente queres.
E tira partido desta nova experiência.
Aproveita para crescer e evoluir como pessoa.
Não estou a dizer que és infantil.
Até és bastante madura, na minha opinião.
Mas tu percebes o que quero dizer.
Cuidado com a gripe A!
Há 73 casos em França.
Se vires alguém a espirrar, foge!
(a gripe foi declarada pandemia, estou um bocado histérica)
Faz a operação, vai ao Louvre, inscreve-te no Conservatório, aprende a dançar tectonic (é assim que se escreve?) tira um curso, sê feliz e aproveita ao máximo.
Afinal de contas...
Na gaveta: Dedicatórias, Reflexões
11 de jun. de 2009
Os downloads tornaram-se tão fáceis e acessíveis que as pessoas já não têm noção de que fazê-lo equivale a assaltar um banco ou a roubar uma loja.
Claro que não temos o trabalho de dar um tiro a alguém, de mandar uns quantos berros ameaçadores e de partir vidros com tijolos; Ou, para os golpes mais complexos, desviar-se de lasers que activam sistemas de alarme, tentar decifrar combinações de cofres e planear fugas inacreditáveis.
Mas não deixa de ser roubar.
Até porque há certos álbuns e jogos que "saco" que não merecem um cêntimo da minha pobre carteira.
Mas há outros que me fazem sentir mal. Fazem-me sentir uma pessoa horrível.
Jogos que levaram meses a serem feitos por alguém que está a tentar pôr comida na mesa à custa deles.
Álbuns de bandas portuguesas extraordinárias, que merecem todo o nosso apoio e respeito, e que precisam de ser destacadas pela sua qualidade.
Sou uma ladra.
Mas sou uma ladra consciente.
E vou pôr fim a isto quando tiver o meu próprio salário.
Juro.
Na gaveta: Reflexões, Revoltas exteriorizadas
9 de jun. de 2009
Não suporto enfardar matéria.
O que só pode significar que não me vou safar na Universidade.
Se bem que é por pouco tempo.
Na gaveta: Novidades da colmeia, Pedaços de personalidade, Reflexões
7 de jun. de 2009
Durante 10 anos relacionei-me sempre com o mesmo grupo de pessoas.
Sempre achei que esses eram os melhores amigos do mundo.
Mas, não sei porquê, sempre tive a sensação de que desempenhava um papel secundário no grupo. Era como se fosse perfeitamente dispensável.
Não me enquadrava ali.
Coisas da minha cabeça, de certo.
Elas ensinaram-me a não julgar as pessoas por aquilo que dizem delas...
...ou por aquilo que parecem ser.
Junto delas sinto-me bem, sinto-me querida, desejada.
E pela primeira vez na vida, sinto que não sou dispensável.
***
Na gaveta: Porque me apeteceu, Reflexões
3 de jun. de 2009
Cada vez tenho mais asco da pessoa que era há uns tempos atrás.
E ainda fico pior quando penso que, se não fossem as minhas manias e a minha estupidez, podia ter passado muito mais tempo com uma das melhores pessoas que conheci: a Milène.
Não desfrutei em pleno da pessoa que ela é. E tudo porque me baseiei não nas minhas opiniões e julgamentos, mas nos de outras pessoas (e bem reles por sinal).
Agora que a conheci e a julguei pela minha própria cabeça posso dizer isto:
E quase que se vêem serpentinas e confettis a saltar em torno dela, tal é a sua efusividade.
É uma apaixonada pela vida e não deixa que pequenas insignificâncias destruam a sua felicidade.
Como se pode não gostar de uma força da natureza como esta?
Na gaveta: Dedicatórias, Reflexões
23 de mai. de 2009
Não tenho equilíbrio.
Não tenho flexibilidade.
Não tenho força nas pernas, e muito menos nos braços.
Não sou graciosa.
Mas gosto de pensar que tenho alma.
Tenho paixão.
Na gaveta: Pedaços de personalidade, Reflexões


